Equipe Legatio
22 de outubro de 2025 • 7 min de leituraServidores físicos exigem manutenção, ocupam espaço, consomem energia e precisam de alguém cuidando deles. A nuvem transfere essa responsabilidade para provedores especializados, permitindo que sua equipe foque no que importa: o negócio.
Mas migrar não significa jogar tudo na nuvem de uma vez. Empresas que tentam fazer isso frequentemente enfrentam custos inesperados e problemas de performance. A abordagem correta é gradual e planejada.
Existem três modelos principais, cada um com um nível diferente de responsabilidade:
A maioria das PMEs começa com SaaS (e-mail, ferramentas de colaboração) e evolui para IaaS ou PaaS conforme a necessidade.
O modelo de cobrança da nuvem é flexível, mas pode surpreender. Serviços que parecem baratos podem gerar contas altas se não forem dimensionados corretamente. Configure alertas de custo desde o primeiro dia e revise mensalmente.
A nuvem não é automaticamente mais segura ou menos segura que um servidor físico. A segurança depende de como você configura: controle de acesso, criptografia, backups e monitoramento continuam sendo sua responsabilidade, mesmo que a infraestrutura física seja do provedor.
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